Esbarrando com Vik Muniz em SP
Os museus sempre chamaram a minha atenção, na época de escola, eu não perdia a oportunidade de participar daquelas excursões para visitar alguma exposição. Eu acabei trazendo isso para minha vida adulta e sempre que posso visito algum museu bacana.
Nessas minhas andanças por aí já visitei o Museu da Língua Portuguesa, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o MASP, o Museu do Amanhã no Rio de Janeiro, o Museu de Arte do Rio (MAR), um museu a céu aberto em Campos do Jordão de uma artista chamada Felícia Leirner, o espaço de exposições no Instituto Moreira Salles, o FIESP…até Museu da Cerveja eu já fui, a lista é longa rsrs.
Mas hoje eu quero compartilhar uma experiência que vivi numa exposição que achei sem querer, dentro do Farol Santander, no coração de São Paulo.
Eu estava de férias e decidimos conhecer o Farol Santander, eu sabia que tinha várias exposições espalhadas pelos andares do prédio mas eu não fui com a intenção de ver uma exposição específica. Eu só queria andar e ver coisas bonitas.

O prédio é muito lindo, entrar no Farol Santander é como entrar numa máquina do tempo. Ele foi construído entre 1940 e 1947, um projeto do arquiteto Plínio Botelho do Amaral.
A cada andar que a gente subia no Farol tinha uma exposição diferente, algumas interativas, outras mais sensoriais, outras apenas para contemplar, mas uma coisa todas tinham em comum: eram muito interessantes e bonitas.
Chegando no final do circuito, quase no último andar, eu entro numa pequena sala toda vermelha e me deparo com uma mini exposição do artista plástico Vik Muniz, um cara que sou fã desde que ele fez essa abertura de novela para a TV Globo.
Quando eu entrei na sala e percebi que as obras eram do Vik Muniz eu fiquei tão emocionado, eu nunca tinha imaginado que um dia eu teria a oportunidade de ver uma exposição desse artista. Ele usa material reciclável para criar rostos, cidades, paisagens, tudo com riqueza de detalhes. Ele e a Adriana Varejão são meus artistas plásticos favoritos. Na ocasião daquela mini exposição as obras expostas retratavam cenários da cidade de São Paulo, um trabalho muito bonito feito com materiais como parafusos, arruelas, pregos, pedaços de metal, tudo formando uma imagem nítida de SP.
Infelizmente eu não tenho uma foto dessa exposição pelo fato de achar brega ficar tirando foto em museu, embora eu já tenha feito muito isso. Mas vou deixar uma foto de uma exposição que vi no Instituto Moreira Salles de uma fotógrafa judia que eu esqueci nome apenas para ilustrar esse post.

Eu espero que no decorrer da minha vida eu tenha mais oportunidades de conhecer museus e ver exposições de arte belíssimas, provocantes, que incomondam, nos fazem pensar e também nos inspiram.
Este post faz parte do tema do mês de fevereiro do nosso grupo de blogagem coletiva chamado Entreblogs.
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